Assembleia de 25/4 decidiu greve em 30/4 e a realização de uma assembleia para organizar a paralisação em 29/4. Continua o uso de coletes e adesivos!

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Após quatro reuniões de negociação, o Metrô negou reivindicações importantes para a
categoria, como o aumento real, equiparação salarial, instalação da Comissão
dos ASMs, readmissão de Joaquim José,
treinamento de bilheteria para todos os
OTMs1 e reposição da escala base. Além
disso, não renova a cláusula do desconto da mensalidade sindical nem respondeu reivindicação de investimento no
FSA que garante o subsídio ao plano de
saúde dos aposentados.
Com relação ao Plano de Saúde do
Metrus, empresa mantém a proposta
de ataque, não garantindo o custeio de
84% e querendo reduzir sua participação a 15,3% da folha de pagamento. Na
prática, isso inviabiliza a manutenção
do MSI.
O Metrô anunciou na última reunião que não negociará a PR 2019/2020
durante a Campanha Salarial nem se
comprometerá com o valor mínimo
como vem acontecendo nos últimos
anos.
A empresa propôs apenas a reposição de inflação pelo índice IPC-Fipe nos
salários e no VA e VR, sem aumento real.
Diante da intransigência da empresa, a assembleia realizada em 25/4
decidiu marcar greve a partir de zero
hora de 30/4, com uma assembleia para
preparar a paralisação em 29/4. Foi votada a continuidade do uso de coletes
(Estação e Tráfego) e adesivos (Manutenção, Segurança e Administração) e
a realização de mutirões de diretores e
ativistas na Operação.
Também foi decidido enviar ao
Metrô uma carta reafirmando nossas
principais reivindicações e exigindo a
retirada de todas as advertências verbais e anotações no CIP (Controle Individual de Pessoal).

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