O programa Novo Mercado de Gás foi lançado, nesta terça-feira (23), no Palácio do Planalto. O presidente da República, Jair Bolsonaro, destacou o trabalho em equipe para impulsionar o Brasil. “Juntos nós faremos o Brasil melhor para todos”.
O objetivo do programa é promover um mercado de gás natural que favoreça a competição, os investimentos nacionais e estrangeiros e a redução dos preços da energia. Medidas essas que vão beneficiar diretamente a população.
“Isso aí vai chegar na conta de luz, na aquisição do botijão de gás, esses preços vão cair fruto da concorrência. Então, vai chegar lá na hora de pagar a conta, na hora de reencher um botijão de gás”, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. “Vai haver melhores serviços prestados à sociedade e o preço será mais baixo”, completou.
As medidas previstas no programa beneficiam a população, mas também a indústria e o país. “O Brasil, até 2030, será um dos cinco maiores produtores de gás natural do mundo”, afirmou o ministro Bento Albuquerque.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Novo Mercado de Gás também pode gerar uma forte redução do custo da indústria brasileira. “O Novo Mercado de Gás vai nos permitir não só aumentar os investimentos no setor de energia, como gás e petróleo, mas, principalmente, reindustrializar a economia brasileira. A economia industrial brasileira sofreu muito nos últimos 10, 15, 20 anos. A indústria chegou a ser 20% do PIB e encolheu para em torno de 10% do PIB. Isso por excesso de impostos, juros altos, custos de energia, custo de logística… Então, nós estamos, a partir de hoje, atacando um componente básico, que diminui e derruba a produtividade da economia brasileira que é exatamente a energia muito cara”.








