Do laboratório à veia do paciente: como os antídotos contra o metanol atuam no corpo e salvam vidas em SP

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O Governo do Estado de São Paulo estruturou uma ampla rede de resposta para atender pacientes com suspeita de intoxicação por metanol. A ação envolve a Secretaria de Estado da Saúde, hospitais de referência e farmácias hospitalares, com protocolos padronizados para diagnóstico, uso de antídotos e monitoramento clínico. O objetivo é garantir a identificação o mais breve possível dos casos suspeitos e o início imediato da terapia, reduzindo o risco de sequelas graves. 

A ação integra a mobilização do gabinete de crise montado pela administração estadual para enfrentar os casos de intoxicação por metanol no estado. Até esta sexta-feira (17), São Paulo registrou 38 casos confirmados e descartou 369. Outros 44 estão em investigação.

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