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quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Ações para promover alfabetização na idade certa ocorrem em todo o estado de SP nesta quinta-feira (13)

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“Prô Lili” (professora Roseli Cardoso) e Gabriel Ferreira Costa. Foto: Marco Ankosqui/Seduc

  • Agência SP
  • Publicado em 11/11/2025 – 17:45

O Estado de São Paulo organiza nesta quinta-feira (13) o primeiro Dia A da Alfabetização. A data é mais uma iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) para promover a alfabetização de estudantes na idade correta, por meio do programa Alfabetiza Juntos SP. A proposta do Estado é que as mais de 1.100 escolas estaduais com turmas de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, assim como as secretarias municipais, realizem atividades lúdicas e de preparação para as avaliações do final do ano, o Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e a Avaliação da Fluência Leitora.

O programa Alfabetiza Juntos SP tem como uma das metas a preparação de escolas de anos iniciais do Ensino Fundamental, tanto estaduais quanto municipais, no cumprimento da meta Criança Alfabetizada, do Ministério da Educação (MEC), que prevê que 80% das crianças do 2º ano estejam alfabetizadas até 2030.

“Nós queremos que todas as crianças do estado de São Paulo tenham acesso à educação de qualidade, que todas as crianças participem das mesmas ações, que ninguém fique de fora. Então, por isso nós criamos o Dia A da Alfabetização, para que as escolas se mobilizem antes das avaliações mais importantes do ano”, conta Márcia Bernardes, diretora de cooperação com os municípios da Seduc-SP.

A Escola Estadual Joy Arruda, na zona leste da capital, que atingiu 100% das crianças alfabetizadas ainda em 2024 (de acordo com Avaliação da Fluência Leitora) abre suas portas para mostrar como tem transformado a rotina dos estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Gabriel Ferreira Costa, de 7 anos de idade, é aluno da instituição e conta como foi aprender a ler: “Quando eu entrei nessa escola eu não sabia ler, nem escrever o meu próprio nome, mas com a “Prô Lili” (professora Roseli Cardoso), com as brincadeiras legais dela, eu aprendi a ler e escrever. Agora, no 2º ano, estou até ajudando o meu pai a atravessar a rua e pegar o ônibus”. O pai do Gabriel, Valmir Ferreira da Costa, é uma pessoa com deficiência visual e agora pode contar com o suporte do filho, que está alfabetizado. 

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