Geórgia Sales defende protagonismo feminino na política e combate discursos misóginos que questionam a capacidade de voto das mulheres.

spot_img
spot_img

Estamos em mais um ano eleitoral importante. Em meio a tantas pautas que precisam ser defendidas, nos deparamos com discursos misóginos que em nada cooperam para o pleno desenvolvimento da sociedade.

Quando as redes sociais são inundadas por posicionamentos que questionam a inteligência das mulheres na escolha do voto, temos um perigoso discurso, que não pode se transformar em consenso ou imaginário coletivo. Quando aceitamos, reforçamos e propagamos ideias como “mulher não sabe votar”, “mulher não deve ser eleita” ou que “mulheres devem ser submissas e aceitar seu lugar”, estamos permitindo uma tentativa de apagamento da luta histórica do direito das mulheres ao voto, ao trabalho, aos cargos públicos e a ser e viver como bem quiserem.

Esses discursos não são inofensivos. Eles têm consequências reais: afastam mulheres da política, desestimulam candidaturas femininas e perpetuam a sub-representação. As mulheres são mais da metade do eleitorado brasileiro, mas ainda ocupam uma parcela muito pequena das cadeiras no legislativo. Precisamos mudar essa realidade não apenas nas urnas, mas também na forma como enxergamos o papel da mulher na sociedade. Cada vez que uma mulher tem sua capacidade de escolha questionada, estamos retrocedendo décadas de conquistas.

Por isso, neste ano de eleição, em que me apresento como candidata a Deputada Estadual por São Paulo  (PSD), quero ser uma das muitas vozes que defendem o voto feminino e incentivam a participação de mais mulheres na esfera pública. A política precisa de olhares diversos para construir soluções que realmente atendam a toda a população. Quando uma mulher se elege, ela leva consigo pautas que muitas vezes são ignoradas: saúde da mulher, combate à violência doméstica, creches, igualdade salarial e tantas outras causas essenciais para o bem-estar de todos.

Sou filha da Vereadora Edir Sales, e com ela aprendi que mulher pode sim atuar na vida pública com eficiência, transparência e dedicação à população. Tenho orgulho de ser uma mulher que olha para o próximo, que coloca habilidades, competência e compaixão a serviço de quem mais precisa. Aprendi na prática que a política feita por mulheres é mais próxima das pessoas, mais humana e mais comprometida com resultados que transformam vidas de verdade.

Seja uma voz que amplia o direito das mulheres. Homem, mulher, jovem, idoso, todos têm o direito de ser e estar onde quiserem. Apoiar esse movimento é papel de cada cidadão consciente. Que neste ano eleitoral a gente faça valer cada conquista, cada voto e cada voz feminina.

spot_img

Em alta

spot_img
spot_img

Notícias relacionadas