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quinta-feira, fevereiro 12, 2026

O BRASIL NO RUMO CERTO

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Recente avaliação da CNI – Confederação Nacional da Indústria, estima que o PIB brasileiro deve crescer 2,5% ou mais em 2020. Essa estimativa também é corroborada por respeitados economistas.

É fruto de uma política econômica responsável, sem sobressaltos, com a proposta de não intervencionismo estatal, deixando o mercado se auto regular.

Inspira confiança inflação anual na casa dos 3% e a taxa básica de juros anual fixada pelo COPOM em 4,5%, a mais baixa da série histórica nos últimos 20 anos.

A reforma da Previdência, que os presidentes a partir de FHC cogitaram mas não fizeram, mostrou a coragem do governo atual. De quebra, reafirmou o compromisso em eliminar o déficit nas contas públicas acumulado nos últimos 34 anos, após a restauração democrática.

A política de austeridade fiscal demonstrada, aliada ao combate à corrupção e postura de respeito à coisa pública, dão credibilidade ao governo.

O que atrai investidores.

Nem tudo são flores. No âmbito político há pruridos, por conta de comportamentos não ortodoxos do presidente e seus filhos; o Poder Judiciário, em frangalhos, mostra um STF politizado e com inadmissível atuação legiferante, sobrepondo-se ao Poder Legislativo e imiscuindo-se intrusamente no Executivo.

Mas, a equipe econômica – Paulo Guedes à frente -, é competente!

Sob a ótica cartesiana, demonstra resolutiva vocação liberal para fomentar os ambientes de negócios,

É certo que o “spread” bancário ainda é astronômico. Mas tudo deve se ajustar!

Sem dúvida, a conjuntura econômica internacional também influi grandemente. Especialmente quanto às nossas commodities de grãos, proteína animal e minérios. Vamos nos revelando e confirmando nossa vocação de “celeiro do mundo”!

O que é ótimo para nossa produção campesina e resultados da balança de pagamentos!

Quanto ao setor industrial, falta competitividade no mercado internacional.

Mas o atual governo está atento, especialmente quanto à desoneração da folha de pagamento. Já extinguiu a multa de 10% sobre o saldo do FGTS nas demissões e aprovou a Lei da Liberdade Econômica, entre outras iniciativas.

Nada de demasiada euforia. Sobretudo, pés no chão, realismo e trabalho!

Essa é a fórmula! E a direção, acertada, nos conduzirá  ao progresso!

 

 

Antonio Martinho Risso

Sociólogo, Advogado, Comunicador e Secretário Adjunto da SDCETI

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