22.8 C
Guarulhos
sábado, fevereiro 14, 2026

E se o Brasil…

spot_img
spot_img

O Brasil é um país superlativo em diversos aspectos naturais e dimensionais: área, água, população, economia, clima, somados a aspectos qualitativos: qualidade do solo, criatividade, miscigenação da população.

É tarefa hercúlea explicar o fato da existência da pobreza em grandes proporções, dada a riqueza natural que recebemos, um indício é a falta de instrumentos básicos para a vida social, como água encanada e saneamento.

O Brasil deve ser considerado um país subdesenvolvido dado que não consegue aproveitar as riquezas existentes adequadamente. Como explicar o fato de receber energia do SOL em grandes proporções e não catalisar essa fonte para uma matriz energética adequada.

  • Como ter grandes áreas de costas marítimas e não desenvolver logística altamente competitiva?
  • Como ter um solo rico em minerais e não desenvolver indústrias derivadas que utilizem estes materiais ou criar a independência em relação aos fertilizantes NPK necessários para a agricultura?
  • Como inserir o nióbio de forma competitiva em cadeias globais?
  • Como aproveitar a riqueza das bacias de águas potáveis para ser uma dominante potência alimentar?
  • Como explorar o desenvolvimento agronegócio e reverter parcela para saciar a população mais carente?

Considerando que somados a estes, outros diversos aspectos encontram-se sem respostas, surgem questões relacionadas a gestão e governança:

  • A democracia como valor fundamental, encontra-se em perfeita harmonia e equilíbrio dos poderes?
  • Os poderes executivo, legislativo e judiciário estão cumprindo as atribuições?
  • Os sistemas primordiais para funcionamento do estado estão operando com eficácia?

Decerto que a análise destes elementos demonstrará os desafios colossais que deverão ser enfrentados e, seguramente não serão respondidos com projetos pontuais, na velocidade que os prejuízos ocasionados demandam.

A melhor alternativa é entender que a racionalidade prevaleça, privilegiando projetos estruturantes de estado e não de governo, os quais não ignorem as potencialidades existentes, as quais secularmente não são levadas a pratica, inclusive, na educação e capacitação de pessoas.

Prof. Devanildo Damisão

spot_img

Em alta

spot_img
spot_img

Notícias relacionadas