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domingo, fevereiro 15, 2026

Ciência: Para que e para quem?

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A palavra “ciência” é amplamente difundida, utilizada em diversos contextos e muito presente na nossa sociedade, no entanto, enquanto conceito, ocasionalmente ainda carrega alguma nebulosidade ou até mesmo preconceito. Há, por exemplo, quem diga não acreditar na ciência ou mesmo minimizar a sua importância.

Mas, afinal, o que é a ciência?

O conceito está intimamente ligado ao conhecimento e ao processo de descoberta do mesmo. “Eureka!”, uma exclamação que se tornou popular após ser dita por Arquimedes quando conseguiu achar uma forma de resolver um problema complexo que lhe foi apresentado, representa a ideia de uma descoberta, de encontrar algo novo, de uma solução encontrada para um problema difícil.

No entanto, a descoberta científica não acontece do nada, nem mesmo no caso de Arquimedes, que na verdade era um grande estudioso de espirito inquieto. Essas. Aliás, são duas características importantes da ciência: o estudo e a inquietação.

A ciência parte de uma inquietação, ou seja, de uma necessidade de compreender um fenômeno ou mesmo de criar algo novo com base em uma necessidade, e a partir daí, vem a característica do estudo.

A compreensão de conceitos básicos, a pesquisa, a observação, a realização de testes e aplicação de métodos são algumas das etapas que transformam a “inquietação” em conhecimento. A ciência, portanto, pode ser encarada como a construção estruturada de conhecimento que pode servir para compreender um fenômeno já existente ou mesmo para o desenvolvimento de algo novo.

A ciência, portanto, está nas explicações dos fenômenos da natureza e também está no desenvolvimento do dispositivo pelo qual você lê este texto, ou seja, a ciência está em tudo e é para todos.

Chrystopher Montenegro

Comunicólogo e especialista em Ciência, Tecnologia e Inovação.

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