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sábado, fevereiro 7, 2026

Aumento do IOF gera reação negativa do setor produtivo em Guarulhos

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Presidente da ACE-Guarulhos, Silvio Alves condena decisão do governo federal de aumentar a alíquota do IOF

A recente decisão do governo federal de aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) gerou forte repercussão negativa entre entidades empresariais de todo o país. Em Guarulhos não foi diferente. Representante do setor produtivo local, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE), Silvio Alves, classificou a medida como um entrave ao desenvolvimento econômico, com potencial para agravar ainda mais o ambiente de negócios no Brasil.

Para ele, o aumento é “maldoso” e afeta diretamente a competitividade das empresas e o poder de consumo da população. “O aumento do IOF é prejudicial para toda a população, porque acaba onerando as empresas e tirando poder de compra das pessoas. Os juros no Brasil já estão entre os mais altos do mundo. Essa medida vai na contramão de qualquer crescimento, porque encareceu ainda mais o crédito para as empresas”, afirmou.

A crítica é reforçada por Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil) e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo). Para ele, “o aumento do IOF é um ato de agressão direta ao setor produtivo”. Cotait afirma ser inaceitável que, mais uma vez, o empresariado seja chamado a arcar com os custos de um Estado “inchado, ineficiente e gastador”. Segundo ele, “precisamos de um governo mais responsável e de empreendedores fortalecidos, não perseguidos”.

O impacto da medida atinge em especial micro, pequenas e médias empresas, que dependem do crédito para manter suas operações e investimentos. Diante da repercussão, o governo federal busca alternativas para ampliar a arrecadação.

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