Ao se deparar com a palavra “inovação” muitas vezes nos vem a mente grandes feitos e ideias geniais que revolucionaram o mundo. É comum pensarmos em como a roda revolucionou o transporte, em como o avião mudou a forma que as pessoas se deslocam ou até mesmo, citando um exemplo mais recente, como o sistema de streaming revolucionou a forma de consumir conteúdos audiovisuais.
De fato, esses e tantos outros exemplos refletem muito bem o que é a inovação como produto, mas cabe destacar que a inovação não se limita a um lampejo, mas sim pode ser entendida como um processo.
O tema tem sido cada vez mais explorado e é possível dizer que também tem sido cada vez mais profissionalizado. Hoje, portanto, a inovação não remete a uma ideia que surgiu do nada, fruto exclusivamente do brilhantismo e da genialidade de uma pessoa, mas sim a um processo que contém etapas bem estruturadas e uma cultura que favoreça este processo. Nesta cultura, um fator é fundamental: a colaboração.
As etapas de um processo de inovação como que envolvem etapas como mapeamento de oportunidades, geração de ideias, avaliação, teste, entre outras, envolvem também um componente fundamental que permeia todo o processo: a colaboração.
Mesmo com tantas ferramentas tecnológicas que se apresentam hoje para auxiliar neste processo de inovação, as pessoas ainda estão no centro e a cultura em que estão envolvidas é determinante para o sucesso deste processo.
Não há inovação que resista a uma mente disposta a manter as coisas como estão, ou ideia genial que prossiga em um ambiente onde não é compreendida.
A colaboração, desta forma, é fundamental! Uma vez que todos participam do e compreendem o processo de inovação, as chances de que a inovação de fato aconteça é real e significativa.
Chrystopher Montenegro
Comunicólogo e especialista em Ciência, Tecnologia e Inovação.








