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quinta-feira, março 12, 2026

Valor do café desperta atenção para roubo de carga; estratégia de transporte reduz riscos

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De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o valor médio do quilo do produto, no varejo, está acima dos R$ 60, quase o dobro em relação aos R$ 35 do ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por 18 meses consecutivos, entre o início de 2024 e meados de 2025, o preço sofreu elevação.

Diante dessa valorização, transportar café se tornou atividade de risco. Verdadeiras gangues se especializaram no roubo do produto, entre a fábrica e o comércio. No primeiro semestre deste ano, por exemplo, uma operação do Ministério Público do Estado de Minas Gerais e da Polícia Militar prendeu mais de 20 pessoas de uma organização criminosa que atuava não só em Minas, como Pernambuco e Ceará.

Para mitigar impactos, transportadoras estão desenvolvendo estratégias de gestão de entrega peculiares. “Alteramos horários para fugir do período matinal, que é o mais visado; determinamos limite de tempo para descarga na porta de estabelecimentos comerciais; e até instalamos posto avançado no ponto de carregamento, isto é, na fábrica”, explica Diogo de Oliveira, fundador e CEO do DL4 Group, empresa focada em transporte rodoviário de carga com sede em Curitiba e atuação principalmente no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

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