Nick Cassidy garantiu a Julius Baer Pole Position para a Citroën Racing, a primeira da equipe no Campeonato Mundial de Fórmula E, de carros totalmente elétricos, no E-Prix CUPRA Raval de Madri de 2026.
O piloto neozelandês garantiu sua oitava pole position na Fórmula E. Foi uma disputa acirrada no final, com Cassidy enfrentando o campeão mundial da Temporada 7, Nyck de Vries (Mahindra), e os três pontos conquistados com a pole position colocam Cassidy à frente de Oliver Rowland (Nissan) e em terceiro lugar no Campeonato de Pilotos.
Cassidy venceu sua última largada largando da pole position, que foi em pista molhada, no E-Prix de Xangai, na temporada passada, correndo pela Jaguar TCS Racing. Este ano, em janeiro, Cassidy conquistou a primeira vitória da equipe francesa na Fórmula E, no E-Prix do México.
Os pilotos brasileiros tiveram uma sessão difícil e vão formar a última fila no grid de largada para a corrida: enquanto Felipe Drugovich (Andretti FE), que havia sido o mais rápido do TL2, teve problemas no Grupo A e vai largar da última posição do grid (1min44s956), Lucas di Grassi (Lola Yamaha ABT) também ficou em último no seu grupo, ficando com a 19ª colocação no grid (1min42s818).
Final
Na decisão da pole, Nick Cassidy enfrentou Nyck de Vries, com o neozelandês conquistando sua primeira pole position para a Citroën, com o tempo de 1min37s141.
Semifinais
Dois campeões se enfrentaram: António Félix da Costa (Jaguar) duelou com Nyck de Vries, mas só poderia haver um vencedor, e foi o piloto da Mahindra quem levou a melhor por quatro décimos de segundo (1min38s621).
A disputa então foi entre Norman Nato (Nissan) e Nick Cassidy, mas um erro de Norman o fez sair da pista e parar na brita, dando a vitória ao piloto da Citroën Racing.
Quartas-de-final
Os primeiros a competir foram os ex-companheiros de equipe Pascal Wehrlein (Porsche) e António Félix da Costa, mas um erro inicial do campeão da Temporada 10, Wehrlein, fez com que ele passasse o resto da volta tentando recuperar tempo, terminando 4,4 segundos atrás. Da Costa avançou para as semifinais.
Em seguida, foi a vez de Oliver Rowland (Nissan), enfrentar Nyck de Vries, mas um erro do atual campeão Rowland o fez rodar e perder muito tempo. O piloto da Mahindra, que causou uma bandeira vermelha por causa de um acidente no início do fim de semana, pareceu estar à vontade aqui, exceto pelo erro no TL1.
Nick Cassidy superou Edoardo Mortara (Mahindra) na sequência, acabando com as esperanças de Mortara conquistar sua terceira pole position consecutiva.
A última disputa das quartas de final foi entre Maximilian Guenther (DS Pernske) e Norman Nato, mas, assim como outros antes dele, Guenther acabou saindo da pista devido às condições úmidas que tornaram a corrida complicada. Com isso, Norman Nato e a Nissan garantiram a última vaga nas semifinais.
Fase de Grupos
Grupo A
Nyck de Vries manteve a sua excelente forma em Jarama, liderando o primeiro dos dois grupos. Na fase seguinte da qualificação, juntou-se a Da Costa, que obteve os melhores tempos no segundo e terceiro setores, bem como a Pascal Wehrlein e Oliver Rowland. O herói da casa, Pepe Martí, conseguiu o sexto lugar para a CUPRA KIRO.
Grupo B
Norman Nato foi o melhor, com Edoardo Mortara e a Mahindra Racing em segundo. Nick Cassidy levou seu Citroën Racing ao terceiro lugar, com Maximilian Guenther conquistando a última vaga nos Duelos pela DS Penske.
Programação para o E-Prix CUPRA Raval de Madri de 2026
Na 6ª etapa do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E, Madri recebe um E-Prix pela primeira vez. Estaremos no Circuito de Jarama para um fim de semana de corrida que promete muita ação e entretenimento, com o piloto espanhol Pepe Martí buscando dar um show diante de sua torcida neste sábado, 21 de março.
Corrida: Sábado, 21 de março, 11h05 no horário de Brasília (15h05, horário local).
A transmissão para o Brasil fica a cargo de Band/Band Sports (TV) e Grane Prêmio (Youtube).
FIM DO COMUNICADO
Sobre a Fórmula E
O Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é conhecido como a próxima evolução do automobilismo. Como a primeira competição totalmente elétrica do mundo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E funciona como um “laboratório vivo de alta velocidade, onde inovação e adrenalina se encontram.
O campeonato atingiu a marca de 150 corridas e serve como um importante campo de testes para os principais fabricantes automotivos do mundo — incluindo Porsche, Jaguar, Nissan, Stellantis, Mahindra e Lola Cars — para inovar e refinar as tecnologias de veículos elétricos (EV) que definirão a mobilidade urbana do futuro.
Por trás desse desempenho está um profundo compromisso com o impacto. A Fórmula E é uma empresa certificada pela B Corp — o primeiro e único esporte do mundo a obter essa certificação —, refletindo sua dedicação a altos padrões de transparência social e ambiental. É também o único esporte do mundo a ser Net Zero Carbon desde sua criação, se tornando recentemente o primeiro a obter a certificação BSI Net Zero Pathway, estabelecendo uma nova referência global para ações climáticas baseadas em ciência.
Como um desafiante progressista no cenário esportivo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é definido por sua competição imprevisível, disputada roda a roda. Em 11 temporadas, o campeonato coroou 10 campeões diferentes, provando ter um dos títulos mais competitivos e abertos do esporte de nível mundial. Tendo compromisso com a acessibilidade e um grid de pilotos e fabricantes de primeiro nível, o campeonato continua a reescrever as regras do esporte de elite, envolvendo uma nova geração que valoriza a ambição proposital e a ação destemida.








