Novo integrante da Betfair comenta impacto do novo regulamento e o que esperar da disputa após a pausa no calendário
O início da temporada 2026 da Fórmula 1 trouxe um cenário mais aberto e imprevisível, marcado por uma das maiores reformulações da história da competição. Após os testes no Bahrein e em Barcelona e as etapas de Austrália, China e Japão, o campeonato entrou em uma pausa inesperada de cinco semanas devido ao cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, por conta do agravamento do conflito no Oriente Médio.
Para o piloto Cacá Bueno, creator da Betfair, esse contexto reforça ainda mais a importância da capacidade de adaptação das equipes em um momento de transição técnica que exige um nível maior de adaptação
“Sempre que há uma mudança grande de regulamento, há dificuldade de interpretação e discordâncias. O fã às vezes critica, dizendo que “estava legal e mudaram agora”, mas a Fórmula 1 vive desses ciclos para quebrar dominâncias. Já tivemos as eras McLaren, Williams (com suspensão ativa e câmbio automático), e depois essas tecnologias são proibidas para equilibrar.
No regulamento anterior, os pilotos reclamavam que era impossível dirigir, que dava dor nas costas (porpoising e bouncing). Agora, a dificuldade é a utilização da potência da bateria pelo máximo de tempo possível. Quem melhor entendeu isso foi a Mercedes, produzindo o melhor powertrain da categoria, o que beneficia Mercedes, McLaren e Alpine”, analisou.








