Às vésperas do Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1, nos Estados Unidos, a TeamViewer anuncia que a Mercedes-AMG PETRONAS F1 Team atualizou sua infraestrutura, migrando do TeamViewer Tensor para a plataforma TeamViewer ONE para Gestão Autônoma de Endpoints (AEM). Com a solução, a equipe ganha visibilidade e controle em tempo real sobre milhares de terminais de TI/OT, do centro fabril em Brackley, na Inglaterra, até os boxes nos circuitos de F1. O TeamViewer ONE utiliza Inteligência Artificial para detectar e resolver problemas antes que impactem as operações – algo crucial em um ambiente em que até as mais mínimas falhas podem alterar o resultado nas pistas.
“Durante uma corrida, dependemos de dezenas de fluxos de dados – da telemetria ao clima, passando pelas comunicações de rádio – e a tecnologia por trás disso precisa funcionar sem falhas”, informa Toto Wolff, Diretor de Equipe e CEO da Mercedes-AMG PETRONAS F1 Team. “Na Fórmula 1, cada fornecedor precisa conquistar seu espaço, sem concessões. A TeamViewer nos entrega dois pilares que jamais poderão ser comprometidos: confiabilidade e desempenho. Migrar para o TeamViewer ONE é um avanço tão calculado quanto uma ultrapassagem decisiva na reta final, além de sinalizar que nossa parceria está preparada para onde o esporte caminha, não apenas para onde está hoje.”
Michael Taylor, Diretor de TI da equipe, reforça que, na Fórmula 1 cada milissegundo conta, e cada euro sob o teto orçamentário precisa justificar sua presença. “A TeamViewer já fazia parte da nossa operação há anos, muito antes da parceria oficial, e sabíamos que a tecnologia se sustentava sob pressão. A transição do Tensor para o TeamViewer ONE foi um passo lógico e estratégico. A justificativa empresarial é clara: menos downtime, dados mais consistentes e ganhos reais de produtividade em toda a equipe”, conclui o executivo.
“A Mercedes-AMG PETRONAS F1 Team opera um dos ambientes de TI mais exigentes do esporte. São milhares de endpoints críticos, margem nula para falhas e operações em tempo real que abrangem fábrica, escritório e pista simultaneamente. E esse é exatamente o cenário para o qual o TeamViewer ONE foi criado. Se funciona aqui, funciona em qualquer lugar”, afirma Oliver Steil, CEO da TeamViewer.
Desenvolvido para Ambientes de Tolerância Zero
Na Fórmula 1, não há espaço para interrupções de TI. Um laptop que trava na garagem ou um sinal de rádio que cai durante um stint não são chamados de suporte, mas problemas críticos que precisam ser resolvidos em tempo real. O TeamViewer ONE torna isso possível com uma combinação única de gestão de endpoints, conectividade remota segura e Digital Employee Experience (DEX) como núcleo operacional da estratégia de AEM da empresa. Como a plataforma roda localmente nos dispositivos, as operações durante a corrida não param mesmo quando a rede falha.
O que viabiliza a TI autônoma em larga escala são os dados. O TeamViewer ONE opera um sistema de aprendizado em ciclo fechado que detecta anomalias, aciona remediações e resolve problemas antes que cheguem ao usuário. A plataforma se apoia em dois fluxos proprietários de dados: captura de conhecimento especializado em sessões de suporte remoto e telemetria profunda dos dispositivos.
A TeamViewer já ultrapassou a marca de um milhão de sessões de suporte com IA, sendo mais de 300 mil apenas em março deste ano, cada uma aprimorando ainda mais a plataforma.
A Gestão Autônoma de Endpoints desponta como a próxima grande transformação das operações de TI, com adoção generalizada prevista até 2029. A TeamViewer está construindo a base de dados e a plataforma para liderar essa evolução.








