Saúde de SP prepara planos regionais para enfrentar riscos climáticos de cada região do estado

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) apresentou, nesta quinta-feira (15), a estratégia de elaboração de planos regionais de contingência para enfrentar emergências de saúde pública provocadas por eventos climáticos extremos. O planejamento considera os diferentes riscos de cada território, como enchentes, deslizamentos, ondas de calor e doenças relacionadas às condições climáticas.

A iniciativa foi apresentada durante o lançamento da operação São Paulo Sempre Alerta – El Niño 2026–2027 e envolve os 17 Departamentos Regionais de Saúde, os municípios, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP). A construção conjunta dos planos busca identificar as principais vulnerabilidades de cada região e organizar a atuação dos serviços de saúde diante de situações de emergência.

“O Governo de São Paulo está se antecipando ao risco para salvar vidas. Unimos investimentos em infraestrutura, tecnologia de ponta e planejamento integrado para garantir que o Estado chegue antes do desastre e esteja presente em campo para apoiar cada município e cada família paulista”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas. 

O planejamento regional também prevê a articulação entre vigilância epidemiológica, assistência hospitalar e assistência farmacêutica. Entre as medidas de apoio aos municípios atingidos por desastres naturais está a disponibilização de 45 itens da assistência farmacêutica, além de soros e vacinas, conforme as necessidades identificadas e as solicitações recebidas.

“Cada região do estado apresenta características e riscos diferentes. Por isso, a participação dos municípios é fundamental na elaboração dos planos, porque são eles que conhecem de perto as vulnerabilidades de seus territórios. Esse trabalho conjunto com os Departamentos Regionais de Saúde e o Cosems-SP permite organizar uma resposta mais adequada às necessidades da população”, explica Regiane de Paula, coordenadora da Vigilância em Saúde da SES-SP.

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