Pessoas estão investindo mais tempo para conhecer o parceiro, antes de se envolver
A fadiga dos aplicativos de relacionamento não é segredo. Reflexo disso é que os solteiros adotaram um novo jeito de se relacionar mais intencional: o chamado slow dating. Uma abordagem que prioriza encontros mais lentos e significativos, em que interesses comuns e personalidade pesam mais do que a atração física.
Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina explica: “A atração envolve muito mais do que só o visual, tem a ver com como a pessoa se comporta e se relaciona. Alguém que é gentil, sabe ouvir e se comunica bem acaba sendo mais interessante, porque faz os outros se sentirem à vontade e valorizados. No final das contas, a beleza física pode até chamar a atenção de imediato, mas são essas qualidades emocionais e de personalidade que criam uma conexão mais forte e duradoura, tornando tudo mais leve, que é o que mais conta em uma relação”.
A autenticidade e estabilidade têm dominado os encontros. Em vez de acelerar, as pessoas desaceleram. Menos jogos emocionais, menos exposição e mais clareza sobre intenções estão redefinindo como os relacionamentos começam e se desenvolvem. Segundo pesquisa do MeuPatrocínio em parceria com o Instituto QualiBest, 24% das mulheres da Geração Z buscam on-line a hipergamia, ou relacionamento Sugar, estilo em que essas características são a premissa do relacionamento.
“Essa geração tem mais consciência e preocupação com a saúde mental e também com a responsabilidade emocional, optando por um modelo de relacionamento mais prático e descomplicado, como a hipergamia, ou estilo de vida Sugar, por ser uma escolha que valoriza a leveza”, destaca o especialista. Nesse contexto, ser direto, sincero e transparente desde o primeiro contato passou a ser um critério importante na decisão de iniciar ou não um relacionamento.








